12.12.2025 — 14h00
A Arte, sexo e a construção da vergonha.
Luís Herberto
Auditório da Biblioteca, FAL/UBI
Uma proposta para o entendimento de processos de autocensura na arte em Portugal no pós-25 de Abril, com destaque na artista visual, Acácia Maria Thiele.
Luís Herberto, nasceu a 18 de julho de 1966, em Angra do Heroísmo, Açores.
É licenciado em Artes Plásticas — Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL, 1998) e doutorado em Belas-Artes — Pintura pela mesma instituição (2014), com distinção e louvor, com a tese Imagens interditas? Limites e rupturas em representações explícitas do sexo no pós-25 de Abril (disponível aqui).
É licenciado em Artes Plásticas — Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL, 1998) e doutorado em Belas-Artes — Pintura pela mesma instituição (2014), com distinção e louvor, com a tese Imagens interditas? Limites e rupturas em representações explícitas do sexo no pós-25 de Abril (disponível aqui).
É investigador integrado no iA* — Unidade de Investigação em Artes, da Faculdade de Artes e Letras da Universidade da Beira Interior (UBI), onde também leciona desde 2003, no Departamento de Artes, na Covilhã. Participa igualmente no projeto Lugares da Paisagem.
O seu trabalho artístico e académico centra-se na intersecção entre género, sexualidade, provocação e arte. Está representado em diversas coleções institucionais e particulares, entre as quais o Museu de Angra do Heroísmo (MAH), a Biblioteca/FCT da Universidade Nova de Lisboa, o ISPA – Instituto Universitário, a Fundação Dom Luís I (Cascais), o Museu da Guarda, o Museu de Setúbal e a Faculdade de Artes e Letras da Universidade da Beira Interior.
