A exposição Azuis Transitórios decorre de 7 a 30 de abril, com inauguração no dia 7 às 18h, na presença do artista.
Através de 42 fotografias captadas na Covilhã, entre outubro de 2025 e fevereiro de 2026, a série propõe um gesto simples: levantar o olhar. As lanternas urbanas (candeeiros antigos), suspensas entre edifícios e o céu, tornam-se protagonistas de uma paisagem normalmente ignorada no ritmo quotidiano.
Explorando o contraste entre distração digital e atenção ao espaço envolvente, a exposição convida à desaceleração e contemplação, revelando uma cidade mais silenciosa, aérea e simbólica. O azul surge como espaço de transição e as lanternas como marcas do tempo, ligando arquitetura, luz e memória.
O projeto inclui ainda o videopoema A lanterna e o homem, que expande esta reflexão para o cinema.
